Caatinga – Wikipedia, uma enciclopédia livre artrite psoriática medscape

Caatinga (tupi: ka’a [mata] + tinga [branca] = mata branca) é o único bioma [nota 1] isolado brasileiro, o que significa que é grande parte do seu patrimônio biológico não icd 10 código para artrite do joelho em algum lugar outro lugar do planeta. O nome da decoração da paisagem é esbranquiçado por folhas durante o período seco: a maioria das plantas perecíveis como folhas e os troncos tornam-se esbranquiçados e secos. A caatinga é uma área de cerca de 850.000 km², cerca de 10% do território nacional, englobando de uma parte dos estados da Paraíba, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia (região Nordeste). do Brasil) e parte do norte de Minas Gerais (região Sudeste do Brasil).

A caatinga é o mais fragilizado dos biomas brasileiros. O uso insustentável de seus solos e recursos naturais ao longo de suas décadas de ocupação, associado à imagem local pobre e seco, faz com que a caatinga seja bastante degradada. Entretanto, as pesquisas recentes vêm revelando uma riqueza particular do bioma em termos de biodiversidade e caracteríase característicos. Do ponto de vista da vegetação, a região da caatinga é classificada como savana-estépica. Entretanto, a paisagem é bastante diversa, com as distinções, e as diferenças de pluviometria, fertilidade e tipos de solo e relevo.

Uma primeira vez pode ser feita entre o agreste e o sertão. O agreste é uma faixa de transição entre o interior seco (sertão) e uma Mata Atlântica. [1] Já o sertão apresenta vegetação mais rústica. Outras subdivisões espirituais incluem Seridó, Curimataú, Caatinga e Carrasco. [2] Em termos de tipos de vegetação, a caatinga do seridó é uma transição entre campo e uma caatinga arbórea. Cariri é uma caatinga com relação menos rústica.

O Carrasco, termo aplicado a vários tipos de vegetação, [3] corresponde a um savana muito denso, seca, que ocorre no topo de chapas, [4] caracterizado pelo predomínio de plantas caducifólias lenhosas, arbustivas, muito ramificadas e densamente emaranhadas por trepadeiras. Ocorre, sobretudo, na Bacia do Meio Norte e na Chapada do Araripe. Porém, floristicamente, alguns autores têm a mesma importância que o catarro ou a catarata. [5] Nas serras, que são artrite reumatóide soronegativa apresentam 10 mais características, são os picos de altitude, da Mata Atlântica. [5]

• uma formação ou tipo de vegetação (ex., Veloso, 1964), definida pela aparência fisionômica da vegetação. Neste sentido, pouco usual, a caatinga é sinonímia relativa à floresta espinhosa (ex., Barba 1944, 1955), savana-estépica (ex., IBGE, 2012) ou floresta de espinhos decídua (traduzido como vegetação decidual [ou caducifólia] espinhosa, IBGE , 2012). Aqui também é chamada de campina da Amazônia ou do rio Negro (também chamada de campineira, com uma área fitogeográfica da Amazônia, e não à caatinga); [6] [7] [8] [9]

• um domínio morfoclimático e fitogeográfico (ex., Ab’Sáber, 2003), definido por taxonômicos, geomorfológicos, artrite em árabes e climáticos. Aproximadamente neste sentido, IBGE (2004) usa o termo bioma da Caatinga. Cabe notar que uma área aqui definida não é homogênea: encraves da área fitogeográfica da caatinga que está fora deste domínio (ex., Vale seco do rio Jequitinhonha em MG), e encraves de outras áreas fitogeográficas (ex., Cerrado, nos "carrascos" da chapada do Araripe, e mata atlântica, nos "Brejos" de Pernambuco) são dentro dele. [14] [15]

O uso dos termos " sertão" e " agreste", relacionado à caatinga, também varia entre os autores. A definição usual é de sertões como os interiores secos das caatingas e, de agreste, como uma região de leste entre as caatingas e a serra do Mar. [5] Subdivisões [editar | código-fonte] Fitogeografia [editar | editar código-fonte]

Velloso et al. (2002) propuseram os ecorregiões (não há sentido ecológico de Bailey – isto é, como "unidades eleitoras grandes de terra e água delineadas por fatores bióticos e abióticos que regulam a estrutura e a função das comunidades naturais que lá se encontram" – e não há sentido biogeográfico, de distribuição da biota, usado no esquema do WWF) para o bioma Caatinga: [21] [22]

A caatinga apresenta uma série de espécies semi-aromáticas com perda de peso pela etiologia da artrite reumatóide durante uma estação seca. Anteriormente has that a caatinga seria o resultado da degradação de formações mais exuberantes, como uma Mata Atlântica ou uma Floresta Amazônica. Essa razão sempre foi levada em consideração por bioma seria homogêneo, com biologia pobre em espécies e em endemismos, indicando a proteção e a ameaça, desde o início da colonização do Brasil, o tratamento que tem permitido a degradação do meio ambiente e a extinção em main local de várias espécies, principalmente de grandes nomes, nos principais casos restritos a uma associação com as localidades onde existiram.

Uma fauna possui baixas densidades de indivíduos e espécies endêmicas. Apesar da pequena densidade e do endemismo, já foram 45 espécies de anfíbios, 95 de répteis, 975 de aves, 148 de mamíferos e 240 de peixes num total de 1225 espécies de animais vertebrados, pouco conhecedoras em relação aos invertebrados. Aumento da capacidade de armazenamento de ecossistemas, como a busca de conhecimento e o conhecimento de ecossistemas brasileiros.

A este é um patrimônio encontrado, feito a partir de uma forma extrativista pela população local, desde a ocupação do semiárido artrite reumatóide ayurveda, tem levado a uma rápida degradação ambiental. Segundo você, cerca de 70% da área já está sendo utilizada pelo homem e somente 7% da sua área está protegida em unidades de conservação. Menos de 1% de sua área está em unidades de proteção integral (exemplo: Parques, Reservas Biológicas e Estações Ecológicas), que são as mais restritivas à intervenção diartrose exemplo. [23]

Alguns elementos de conservação da caatinga são: Monumento Natural do Rio São Francisco, Área de Proteção Ambiental da Ararinha-azul, Parque Nacional da Chapada Diamantina, Parque Nacional da Serra da Capivara, Parque Nacional da Serra das Confusões, Parque Nacional de Sete Cidades, Área de Proteção Ambiental da Chapada do Araripe, Área de Proteção Ambiental da Serra da Ibiapaba, Reserva Biológica de Serra Negra, Floresta Nacional de Sobral, Estações Ecológicas do Seridó, Estação Ecológica do Castanhão, as outras. [24]

Em 2010, o primeiro ano já realizado sobre o bioma, a formação de uma espécie de estação de tratamento de água e de solo é uma área de sua vegetação nativa equivalente a duas vezes a cidade de São Paulo. Uma área desmatada equivale aos territórios dos estados do Maranhão e do Rio de Janeiro somados. O desmatamento da caatinga é equivalente ao da Amazônia, bioma cinco vezes maior.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, 53,62% da cobertura vegetal original. A principal razão é o uso da mata para as indústrias siderúrgicas de Minas Gerais e Espírito Santo e as indústrias de gesso e cerâmica do semiárido. Os dois estados com maior incidência de desmatamento deste tipo de bioma são Bahia e Ceará. Uma caatinga perdeu 45% da área original.

Como conseqüência desta degradação, algumas espécies já figuram os grilos têm letras de artrite na lista das espécies ameaçadas de extinção do IBAMA. Outras, como a aroeira e o umbuzeiro, já se encontram protegidas pela legislação florestal de serem utilizadas como fonte de energia, um fim de prevenir a sua extinção. Quanto à fauna, os felinos (onças e gatos selvagens), os herbívoros de porte médio (veado-catingueiro e capivara), como as aves (ararinha-azul, avoante) e as abelhas nativas figuram entre os mais atingidos pela caça predatória e a destruição do seu habitat natural.

Para reverter este processo, estudos de flora e fauna da caatinga são necessários. Neste sentido, a Embrapa Semiárido, UNEB e Diretoria de Desenvolvimento Florestal da Secretaria da Agricultura da Bahia aprovaram o projeto "Plantas da caatinga ameaçadas de extinção: estudos preliminares e manejo" Ao mesmo tempo, estudar e divulgar a criação, a criação e a dispersão da aroeira do sertão, quixabeira, imbuia de cheiro e barba na Reserva Legal do Projeto Salitre, em Juazeiro, na Bahia. O desenho de plantas de artrite reumatóide em pés fotos de espécies de multimédios na região.