Perca-se nos mega-túneis escavados pela megafauna sul-americana – os principais remédios naturais para a artrite no quadril

Examinando um trecho de 75 quilômetros de construção de rodovias perto da cidade de Porto Alegre, por exemplo, Frank e seus alunos identificaram paleoburrows em mais de 70% dos cortes nas estradas. Embora muitos estejam completamente cheios de sedimentos, eles permanecem aparentes, destacando-se como nós escuros e redondos em um banco de terra. Outros são o cotovelo da osteoartrite ainda aberto, como o que primeiro atraiu a atenção de Frank.

Quando Frank encontrou uma passagem adequada, ele apertou através de um eixo elíptico de aproximadamente quatro metros de largura, 65 pés de comprimento e forrado com marcas de garras. Extrapolando do tamanho original da colina cortada pela rodovia, ele calculou que a toca original era artrite, significando em kannada cerca de 250 pés de comprimento, sem contar as reviravoltas que, com certeza, incluíam uma vez.

“Não há processo geológico no mundo que produz longos túneis com uma circular ou elíptica é osteoartrite seção transversal hereditária, que se ramificam e subir e descer, com marcas de garras nas paredes”, diz Frank. “Eu também vi dezenas de cavernas com origens inorgânicas e, nesses casos, é muito claro que cavar animais não teve nenhum papel em sua criação”.

Não foi até 2015 que Amilcar Adamy, da artrite reumatóide ayurvedic medicine himalaya CPRM, teve a oportunidade de retornar àquela estranha caverna em Rondônia. Descobriu-se ser o primeiro paleoburrow descoberto na Amazônia, o que é notável, mas não a parte mais legal. Também se tornou um dos maiores já medidos, com túneis ramificados totalizando cerca de 2000 pés de comprimento. As flechas principais – desde que aumentadas pela erosão – tinham originalmente mais de um metro e oitenta de altura e três a um metro e meio de largura; Exercícios estimados de artrite na região lombar e nos quadris 4.000 toneladas de terra e rocha foram escavadas na encosta para criar a toca.

No Rio Grande do Sul, Frank encontrou tocas que originalmente tinham centenas de metros de comprimento. Mais de 1.000 pés de túnel foram medidos em outra escavação na Serra de Gandarela, ao norte, nos consultores de artrite e reumatologia do estado de Minas Gerais. Embora ele ainda não tenha investigado, Frank recebeu relatos de uma toca de mais de 3.000 pés de comprimento em Santa Catarina. Engenheiros Pré-históricos

Frank acredita que as maiores tocas – medindo consultores de artrite e osteoporose das carolinas de até um metro e meio de diâmetro – foram cavadas por preguiças. Ele e seus colegas consideram como possibilidades vários gêneros que já viveram na América do Sul e cujos restos fósseis sugerem adaptações para escavações sérias: Catonyx, Glossotherium e o massivo Lestodon de várias toneladas. Outros acreditam que tatus extintos como Pampatherium, Holmesina ou Propraopus, embora menores que os preguiçosos, eram responsáveis ​​até pelas maiores tocas.

Namorar as tocas também continua sendo adivinhação, na melhor das hipóteses, no tratamento da osteoartrite em homeopatia – os animais não cavam buracos depois de serem extintos. No entanto, eles tiveram que cavar pelo menos entre 8 mil e 10 mil anos atrás, quando as preguiças gigantes e os tatus da América do Sul desapareceram. O namoro de material orgânico encontrado em sedimentos de toca – o que ainda tem que ser feito – revelaria quando os sedimentos eram lavados, mas não necessariamente quando a toca era escavada. Frank diz que espeleotemas, ou depósitos minerais, crescendo em paredes de tocas, podem ser usados ​​para calcular uma idade, embora isso ainda não tenha sido tentado.

Outra cabeça-scratcher é a estranha distribuição geográfica de paleoburrows. Embora comum nos estados do sul do Brasil, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, eles são, até agora, quase desconhecidos apenas no sul do Uruguai (embora alguns dos primeiros exemplos de ultra-som de artrite reumatóide tenham sido encontrados ainda mais ao sul da Argentina). Da mesma forma, muito poucos foram encontrados mais ao norte do Brasil, e Frank está ciente de apenas um pequeno punhado de possíveis tocas em outros países sul-americanos.

Ele não acha que ele é tendencioso porque ele vive e trabalha no coração do país da toca. Frank tem colegas que já pesquisaram extensivamente em outras partes do Brasil e aparecem quase vazios. Ele também fez investigação usando o Google, os grilos têm artrite, procurando por imagens de cavernas postadas por outros. No sul do Brasil, ele freqüentemente identifica paleoburrows por detalhes involuntariamente capturados em fotos, como um de uma tropa sorridente de escoteiros brasileiros posando em frente a uma parede de caverna coberta com marcas de garras. Em outras partes do país e do continente, as pessoas postam fotos de tratamento de espondiloartrites de cavernas que visitam, mas praticamente nenhuma delas parece que foram originalmente cavadas por animais. Uma coisa sul-americana

Também aqui, questões não respondidas são levantadas pela ausência de paleoburrows. O belo tatu Dasypus bellus, uma criatura extinta com cerca de duas vezes o tamanho do tatu de nove bandas da atualidade, era difundido no Pleistoceno da América do Norte e tinha uma morfologia anterior muito semelhante à dos tatus modernos, que são entusiastas da caça. A artrite direita do quadril do amardillo bonito 10 restos do remains é encontrada freqüentemente nas cavernas, mas não aquelas que os cientistas pensaram alguma vez foram realmente escavadas pelo animal.