Tubo de plástico e junta de tubo de plástico – ipm s.r.l. artrose geno traço homeopatia

1. Junta de tubo de plástico, em particular junção de tubo de plástico poliolefina, compreendendo um primeiro elemento tubular (1) provido de uma primeira extremidade macho (3) tendo uma parede externa (13) provida de uma rosca externa (4) e um segundo elemento tubular (2) provido com uma segunda extremidade fêmea (5) tendo uma parede interna (15) provida de uma rosca interna (6) e um ombro interno (7), sendo a dita primeira extremidade macho (3) aparafusável na dita segunda extremidade fêmea ( 5) ao longo de um eixo longitudinal (X) numa configuração montada (A) para unir o dito primeiro elemento tubular (1) e o dito segundo elemento tubular (2) de modo a formar a referida junta (100), dita parede interna (15) de a dita segunda extremidade fêmea (5) sendo provida de pelo menos uma porção de vedação flexível e / ou deformável (8) que é interposta entre o dito ombro interno (7) e a dita rosca interna (6), dita parede externa (13) da dita primeira o macho faz a artrite coceira final (3) compreendendo uma porção de encosto (9) que é interposta entre uma borda frontal (11) da dita primeira extremidade macho (3) e a referida rosca externa (4), caracterizada por a dita poro de vedao (8) ser integralmente formada com o dito segundo elemento tubular (2) e na dita configurao montada (A) ser dobrada e encosta ao referido encaixe porção (9) de modo a realizar com esta última uma porção de vedação (10) para o vedante húmido da referida junta (100).

A inveno refere-se a junes e acoplamentos para tubos de pltico e, em particular, refere-se a uma juno realizada nas extremidades de tubos de material pltico de poliolefina para permitir a sua juno vedada e a construo de condutas ou tubagens para fluidos pressurizados, em particular para fornecimento de água potável.

No campo do tubo de material pltico para fornecimento de fluidos pressurizados, tipicamente ua de beber, a ligao entre dois tubos subsequentes geralmente realizada por soldadura das extremidades da cabe dos tubos, de modo a levar a cabo uma conduta, que substancialmente integrada ou numa conduta. corpo único, que garante a vedação mesmo em altas pressões de operação.

O processo de junção de tubagens é, no entanto, bastante trabalhoso e complexo e tem de ser realizado em campo, isto é, no local de colocação de tubagens. Portanto, é necessário, além da mão-de-obra qualificada, a disponibilidade de máquinas e equipamentos necessários para a usinagem e preparação das extremidades do tubo (alisamento, revestimento) e depois soldar os últimos, tipicamente por fusão cabeça-a-cabeça, eletrofusão, etc. .

Este tipo de junção é, portanto, bastante caro. Além disso, no processo de soldagem, protuberâncias, saliências, projeções surgem dentro do tubo, na área de junção entre dois tubos, que podem interferir no fluxo de água e formar pontos de estagnação, interstícios, fendas nas quais sujeira, objetos estranhos, impurezas presente na água pode se acumular.

Bell joint é conhecida como a chamada "fêmea" porção final do tubo que tem uma ampliação da seção transversal (diâmetros externo e interno), de modo a formar uma espécie de manga tubular alargada que é adequado para receber e ser acoplado com o chamado "masculino" final, normal e não ampliado, do tubo subseqüente. No interior da clínica de artrite articular, é feita uma reentrância anular destinada a alojar uma junta que assegure a vedação húmida, uma vez realizada a ligação entre os dois tubos da tubagem. A extremidade macho é inserida com interferência na extremidade fêmea, de modo a realizar um acoplamento estável.

Este tipo de conexão não requer processos particulares e complexos em junção de campo, no entanto, não é adequado no caso de tubulações para fluidos altamente pressurizados. Além disso, no caso de água potável, o material elastomérico da junta deve ser apropriado e adequado. Os materiais utilizáveis ​​são caros, deterioram-se e enfraquecem com o tempo, exigindo intervenções de manutenção para substituição.

O documento US 4537426 divulga um acoplamento de tubo não ferroso que compreende elementos de acoplamento macho e fêmea roscados tubulares ligados às extremidades das respectivas secções de tubo. O elemento macho termina em uma superfície de vedação cilíndrica, não rosqueada e não afilada adjacente às suas roscas e o elemento de acoplamento fêmea, que pode ser enrolado em filamento, inclui uma luva de vedação interna ou revestimento com uma rede que fornece uma vedação labial em torno do cilíndrico superfície de vedação do elemento macho. A teia é impelida ao cotovelo da osteoartrite para o encaixe de vedação com a superfície cilíndrica pela pressão do fluido dentro do acoplamento. O revestimento impede a saída de fluido de dentro do acoplamento através do elemento de acoplamento fêmea. ————————————

Um outro objectivo é proporcionar uma junta de tubo de plástico que não requeira procedimentos laboriosos e complexos para executar a junção no local de colocação de tubagens, em particular uma junta que não exija mão de obra especializada e maquinaria e equipamento específicos e dispendiosos. Estes objectos e outros são conseguidos por uma junta de tubo de plástico de acordo com uma ou mais das seguintes reivindicações.

A união de tubo de plástico da invenção compreende um primeiro elemento tubular provido de uma primeira extremidade macho tendo uma parede externa provida de uma rosca externa e um segundo elemento tubular provido de uma segunda extremidade fêmea tendo uma parede interna provida de uma rosca interna e uma interna ombro. A primeira extremidade macho é inserível e aparafusável na segunda extremidade fêmea ao longo de um eixo longitudinal numa configuração montada para unir o primeiro elemento tubular e o segundo elemento tubular de modo a formar a junta.

A parede interna da segunda extremidade fêmea é provida de pelo menos uma porção de vedação flexível e / ou deformável, que é interposta entre o ombro interno e a rosca interna; a parede externa da primeira extremidade macho compreende uma porção de encosto que é interposta entre uma aresta frontal da primeira extremidade macho e a rosca externa. Na configuração montada, a porção de vedação encosta, sendo deformada, a porção de encosto de modo a realizar com esta última uma porção de vedação para a vedação molhada da junta.

Em particular, a poro de vedao compreende um lio de vedao com uma forma anular, que se estende no interior da segunda extremidade fea, em particular artrose quase radialmente em direco ao eixo longitudinal X. O lio de vedao tem forma de dente ou gancho numa seco diametral. plano que passa através do eixo longitudinal. O lábio de vedação é integral com o segundo elemento tubular, feito diretamente na parede interna, por exemplo, por usinagem de cavacos ou por processo de termoformagem. Uma vez que o segundo elemento tubular é feito de plástico, o lábio de vedação, também em virtude da sua geometria e forma particulares, pode dobrar e deformar quando é encostado à primeira extremidade macho, de modo a aderir à porção de encosto e formar a porção vedante. . Os fios externos e internos realizados com uma ou mais roscas cervicais e esportivas também contribuem para garantir a vedação úmida da junta na condição montada.

Por conseguinte, a união de tubo de plástico da invenção permite unir de uma maneira rápida, simples e, ao mesmo tempo, apertada e forte, tubos feitos de material plástico, em particular plástico poliolefínico, de modo a formar tubagens ou condutas vedadas húmidas, quais fluidos podem fluir mesmo sob alta pressão.

O acoplamento roscado entre as duas porções de extremidade permite obter uma junção completa e apertada com uma rotação relativa simples dos dois tubos em relação um ao outro em torno do eixo longitudinal. No caso das roscas externas e internas incluírem dois ou mais arranques de rosca, é requerida uma rotação relativa mínima dos referidos elementos, o que permite simplificar e acelerar ainda mais o conjunto da junta, isto é, a junção dos dois elementos tubulares.

Com referência às figuras 1 a 5, é ilustrada a junção 100 da invenção para tubos feitos de material plástico, em particular plástico poliolefina, que compreende um primeiro elemento tubular ou tubo 1, provido de uma primeira extremidade macho 3 tendo uma rosca externa 4 e um segundo elemento tubular ou tubo 2, provido com uma segunda extremidade fêmea 5 tendo uma rosca interna 6 e um ressalto interno 7.

A parede interna 15 da segunda extremidade fêmea 5 está provida de pelo menos uma revisão de luvas de artrite flexíveis e de mãos de cobre / ou porção de vedação deformável 8, que é interposta entre o ressalto interno 7 e a rosca interna 6; a parede externa 13 da primeira extremidade macho 3 compreende uma porção de encosto 9 que é interposta entre uma aresta frontal 11 e a rosca externa 4 da primeira extremidade macho 3.

Na configuração montada A, quando a primeira extremidade macho 3 é inserida e aparafusada na porção fêmea 5, a porção de vedação 8 encosta, sendo deformada, a porção de encosto 9 realizando com esta última uma porção de vedação 10 que assegura a vedação húmida da poro 100. A poro de vedao compreende pelo menos um lio 8 de vedao que tem uma forma anular, que se prolonga no interior da segunda extremidade fea, em particular quase radialmente em direco ao eixo longitudinal X. O lio de vedao ou dente em forma de gancho para um plano diamétrico passando através do eixo longitudinal X, de modo a ser flexível e / ou deformável nas direcções axial e radial, isto é, paralela e ortogonalmente ao eixo longitudinal X. O lábio de vedação 8 forma uma abertura central 8a no interior da qual primeira extremidade macho 3 com a porção de encosto 9 é inserida com interferência. A porção de encosto 9 compreende substancialmente uma porção anular da parede externa 13.

O lábio de vedação 8 é parte integrante do segundo elemento tubular 2, é realizado diretamente na parede interna 15, por exemplo, obtido por usinagem de cavacos, durante a fabricação da rosca interna 6, ou pelo processo de termoformagem. Deve notar-se que, uma vez que o segundo elemento tubular 2 é feito de plástico, o lábio de vedação 8, também em virtude da sua geometria e forma específicas, pode dobrar e deformar quando é encostado à primeira extremidade macho 3 de modo a aderir a a porção de encosto 9 e formam a parte de vedação 10.

Na forma de realizao do teste de artrite reumatde ilustrada da junta 1, a primeira extremidade macho 3 tem uma forma cica, em particular, tem uma forma de cone truncado, e a rosca externa 4 e rosca interna 6 s roscas cicas. Mais precisamente, a parede externa 13 da primeira extremidade macho 3 tem uma forma de cone truncado, convergindo para a borda frontal 11, enquanto a parede interna 15 da segunda extremidade fêmea 5 tem também uma forma de cone truncado que converge para dentro, ombro interno 7. Esta artrite de configuração ajuda rimadyl permite inserir mais facilmente a primeira extremidade masculina 3 na segunda extremidade feminina 5.

Numa forma de realização preferida, a rosca externa 4 e a rosca interna 6 compreendem dois ou mais arranques de rosca para permitir aparafusar de um modo completo e apertado o primeiro elemento tubular 1 ao segundo elemento tubular 2 com uma rotação relativa mínima dos referidos elementos em torno o eixo longitudinal X. Deste modo, é possível simplificar e acelerar a montagem da junta 100, isto é, a junção dos dois elementos tubulares 1, 2.

Em utilização, a junta 100 é levada a cabo alinhando os dois elementos tubulares 1, 2 ao longo do eixo longitudinal X, e depois inserindo a primeira extremidade macho 3 na segunda extremidade fêmea 4, conferindo ao mesmo tempo uma rotação relativa à volta do longitudinal eixo X entre os dois elementos tubulares 1, 2 de modo que a rosca externa 4 e a rosca interna 6 sejam engatadas progressivamente até que a primeira extremidade macho 3 seja completamente inserida na segunda extremidade fêmea 4 na configuração montada A.

Durante a inserção da primeira extremidade macho 3, primeiro a borda periférica 11 e depois a porção de encosto 9 são inseridas com interferência dentro do lábio de vedação 8 na abertura central 8a que é definida por esta última, causando a deformação progressiva da vedação lábio. Mais precisamente, também em virtude da forma de cone truncado da primeira extremidade macho 3, o lábio de vedação de diartrose 8 é dobrado para o interior da segunda extremidade fêmea 5 de modo a aderir, por deformação resiliente e / ou plástica, ao pilar porção 9 numa área anular da mesma. O lábio de vedação 8, devido à sua deformação, exerce também uma força de compressão circunferencial que se dirige radialmente em direção ao eixo longitudinal X. Desta forma, a porção de vedação 10 é realizada que é formada pelo lábio de vedação dobrado e deformado 8 e porção de encosto subjacente 9 e assegura o vedante húmido da união 100 da invenção, isto é, evita que um fluido pressurizado, que está contido no interior dos elementos tubulares 1, 2, possa sair através do acoplamento roscado.

Por conseguinte, a união de tubo de plástico 100 da invenção permite unir de uma maneira rápida, simples e, ao mesmo tempo, rígida e forte tubos feitos de material plástico, em particular plástico poliolefínico, de modo a formar tubagens ou condutas vedadas, em que fluidos podem fluir também sob alta pressão.

O acoplamento roscado entre as duas porções de extremidade 3, 5 dos elementos tubulares 1, 2 permite obter uma junção completa e apertada com uma rotação relativa simples dos dois elementos tubulares 1, 2 em relação um ao outro em torno do eixo longitudinal X. caso a rosca externa 4 e a rosca interna 6 compreendam dois ou mais arranques de rosca, é necessária uma rotação relativa mínima dos referidos elementos tubulares, o que permite simplificar e acelerar ainda mais a montagem da junta 100, isto é, a junção dos dois elementos tubulares 1, 2.

Deve notar-se que a união 100 da invenção assegura uma vedação húmida óptima não só graças ao acoplamento das roscas externas 4 e da rosca interna 6 das porções de extremidade internas 3, 5, mas principalmente graças ao lábio de vedação 8, que é realizado dentro da segunda extremidade fêmea 5 integral com a mesma e que, elasticamente e / ou plasticamente, encosta na porção de encosto 9 da porção terminal macho 3 formando com ela a porção de vedação do ombro de artrite degenerativa 10.